sexta-feira, 30 de novembro de 2007

O dono da verdade

Do que me servem as pessoas?
O que elas ainda me podem mostrar?
Porque mesmo que não saiba de tudo
Tudo o que sei nunca vai mudar

Acredito nessa verdade
Que se fantasia de realidade
Ainda que por vaidade
o meu ego vai inflamar

Ego pobre, fraco e pequeno
Ego que só é id
Idiota, babaca e sem destino

Idiota
que apenas vê uma fração
A fração que quer enxergar
A fração que é apenas um recorte
Uma pequena parte
De todo aquele todo
Que não vejo nem ouso escutar

Um comentário:

Vinícius Brandão disse...

O vizinho da besta faz poesia! E escreve com o fogo sagrado das almas penadas. Penas mil dentro do homem,Ha. Ha.. Ha... para o Ego dentro dessas noites eternas em que o vizinho vem morar no quintal!